terça-feira, 10 de junho de 2008

OS BANDEIRANTES FALHARAM (se puder, repasse)

Vários movimentos paralelos hoje, contestam o poder central do Estado. Quando Max Weber afirmou que o Estado deve manter o monopólio legítimo da força, com toda certeza estava idealizando um sistema em que não houvesse a necessidade de temor por parte da população civil, pois a mesma teria a certeza de estar muito bem representada. Mas infelizmente isso não está acontecendo no Brasil. Somos testemunhas oculares de diversos movimentos que se desenvolvem às margens de nossas críticas e tentativas de consolidar um Estado de direito. Um grande exemplo é o MST, movimento que está completamente distante dos objetivos ditos principais, mas que não é nosso foco neste texto. Outro exemplo nítido e presente é a questão indigenista. Quem não ficou pasmo ao ver a cena na qual o engenheiro (trabalhando) foi agredido por um bando de pseudoguerreiros? Ontem, quando o Professor Panda e eu nos deslocávamos para Guarapuava, fomos informados pelo posto do pedágio que os índios haviam interditado a via. O trabalho era necessário, o deslocamento também, resultado, usamos um desvio que aumentou em praticamente 200 km nossa viagem, que no final totalizou 450 Km. Chegamos cansados, em hora já avançada, e estávamos cônscios de que hoje deveríamos trabalhar.
Mas qual foi o motivo do desvio? Foi, porque um bando de anueromiários que em nada contribui para o desenvolvimento de nosso país resolveu protestar. Quem eles pensam que são para atrapalhar o fluxo de veículos que através de seu esforço ajuda a desenvolver a economia desse país? E agora os antropólogos e indigenistas que pretendem defendê-los que me perdoem, mas essas tribos, etnias, ou seja lá o que forem, estão no percurso inverso da história. Viva Darwin e a seleção natural. Os mais aptos sobrevivem. Nós na verdade permitimos e tentamos o convívio pacífico, algo que nem deveria acontecer. Em última análise, se nós destruimos e invadimos suas terras, enquanto homens brancos, os índios nos pertencem como espólio de guerra, mas não exercemos esse direito de propriedade, até porque o direito civil não permitiria, mas eles então, que fiquem reclusos às propriedades que destinamos, e não queiram atrapalhar o processo desenvolvimentista.
Podem me chamar de ignorante, reacionário, desinformado, não me importo, não são as convicções de um mundo "humanitário" quer farão minha opinião mudar. E antes de defender algum povo ou etnia, os profissionais do setor deveriam deixar os acampamentos onde passaram a noite e tentar observar a realiade a luz do dia.
Quanto a mim, permaneço aqui com minha frustração pelo fato de que os Bandeirantes não terminaram o serviço que começaram. Teria sido melhor! E como teria!

4 comentários:

T@ninha disse...

oi professor, nao posso deixar de elogiar suas aulas, vc é um otimo professor e explica mto bem. Quanto a seu blog ta mto bom mesmo. continue assim PARABENS

Felipe disse...

Che, concordo plenamente com o senhor a respeito desse indigenas, não ajudam em nada no crescimento do pais e ainda acham que tem direito de protestar, interferindo na vida de quem esta contribuindo para o Brasil crescer.Kalashnikov neles, hasduashdasudahsdusa.

Oleni disse...

Concordo plenamente com vc, muitas vezes temos que engolir sapos em nome de movimentos de quem não tem o que fazer ou então em nome da cultura deles; mas se eu retribuir com a minha cultura como ficarei?

Felipe disse...
Este comentário foi removido pelo autor.